quinta-feira, 14 de fevereiro de 2008

Escrita e fotografia

Mágicos cansaços... e não resisti a colocar aqui a foto. Alguém faz um texto para ela?

(foto da autoria de Jovino C Batista)

4 comentários:

adelaide disse...

Não tenho muito tempo para escrever,mas devo dizer que contemplar esta imagem, após um dia de trabalho, é ouro sobre azul!
Transmite-nos tranquilidade,recuperamos energia e aguardamos calmamente um novo nascer do sol.
Lai

c. d. disse...

É realmente revigorante. Cores relaxantes, um horizonte quase tangível...
São estas as pequenas maravilhas da vida. É por isto que vale a pena viver. Um momento mágico como este consola-nos uma vida imensa cheia de desespero e mágoa. Bem escolhida a foto... :)

Marta Carvalho disse...

"Às vezes, em dias de luz perfeita e exacta,
Em que as coisas têm toda a realidade que podem ter,
Pergunto a mim próprio devagar
Porque sequer atribuo eu
Beleza às coisas.

Uma flor acaso tem beleza?
Tem beleza acaso um fruto?
Não: têm cor e forma
E existência apenas.
A beleza é o nome de qualquer coisa que não existe
Que eu dou às coisas em troca do agrado que me dão.
Não significa nada.
Então porque digo eu das coisas: são belas?

Sim, mesmo a mim, que vivo só de viver,
Invisíveis, vêm ter comigo as mentiras dos homens
Perante as coisas,
Perante as coisas que simplesmente existem.

Que difícil ser próprio e não ser senão o visível!"
Alberto Caeiro~

Tenho que contrariar o nosso querido Fernando Pessoa, esta imagem tem beleza. Não é invisível.

Peço desculpa pela minha tardia participação, mas prometo que o farei mais vezes.
Parabéns Prof. Aida! Um beijinho...
Marta 11ºF

Anónimo disse...

É bom saber que a nossa imaginação ainda é capaz de nos transportar para locais tão magníficos como o da foto... É bom saber que o meu imaginário não se prende apenas aquilo que vejo mas que é capaz de voar para um lugar muito mais tranquilo, onde o sol cai no mar, onde a noite chega para nos dar alento. É bom saber que ainda existem locais como esse que nos façam viver num lugar melhor. Pelo menos durante os breves momentos em que olhamos uma imagem.