sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
É preciso Não esquecer. "In Memoriam"


segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
"Línguas de Perguntador" (In "Voz do Minho, 21/01/09)
Aqui estamos mais uma semana para esclarecer e divertir os nossos leitores. Esperamos que não "levem com um balde de água fria", isto é, que não se desiludam, porque há muitos que têm sofrido desilusões, que o digam os professores!
Este confronto entre professores e ministério não tem sido " pêra doce", é verdade, não tem fácil, e parece que continuaremos a ver ambas as partes com "pedras no sapato" tal como os soldados de antigamente que, nas longas caminhadas que eram obrigados a fazer, sofriam com as pedras que entravam no coturnos, atrapalhando o percurso rumo ao objectivo. Veremos, pois, como "descalçarão esta bota", pois a situação complica-se de dia para dia e procurar uma solução poderá ser cada vez mais como “procurar uma agulha num palheiro”.
Assim, convém "arrepiar caminho" e encontrar uma solução como quem vai "tirar o pai da forca" – expressão que remonta à época de Santo António, o qual, estando em Pádua, teve que viajar apressadamente para Lisboa para aí socorrer o seu pai que estava ameaçado com condenação à forca.
A nós, agora, só nos resta terminar. Prometemos voltar em breve. Para a semana o Línguas de Perguntador estará de regresso com outros elementos do CLP.
Não se esqueçam de enviar sugestões, dúvidas, curiosidades para lperguntador@gmail.com
Até à próxima.... greve!
CLP – Filipa Figueiredo, Márcia Figueiredo e Susana Fernandes (12ºE)
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Língua Portuguesa representa 17% do PIB
Se acha que a vida não lhe sorri... (Enviado por Ana Isabel, 12ºF)
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Força. Mérito. Esperança.
(Re)lendo Eça...
A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse.
A política é uma arma, em todos os pontos revolta pelas vontades contraditórias; ali dominam as más paixões; ali luta-se pela avidez do ganho ou pelo gozo da vaidade; ali há a postergação dos princípios e o desprezo dos sentimentos; ali há a abdicação de tudo o que o homem tem na alma de nobre, de generoso, de grande, de racional e de justo; em volta daquela arena enxameiam os aventureiros inteligentes, os grandes vaidosos, os especuladores ásperos; há a tristeza e a miséria; dentro há a corrupção, o patrono, o privilégio. A refrega é dura; combate-se, atraiçoa-se, brada-se, foge-se, destrói-se, corrompe-se. Todos os desperdícios, todas as violências, todas as indignidades se entrechocam ali com dor e com raiva.
«Uma nação vive, próspera, é respeitada, não pelo seu corpo diplomático, não pelo seu aparato de secretarias, não pelas recepções oficiais, não pelos banquetes cerimoniosos de camarilhas: isto nada vale, nada constrói, nada sustenta; isto faz reduzir as comendas e assoalhar o pano das fardas – mais nada. Uma nação vale pelos seus sábios, pelas suas escolas, pelos seus génios, pela sua literatura, pelos seus exploradores científicos, pelos seus artistas. Hoje, a superioridade é de quem mais pensa; antigamente era de quem mais podia: ensaiavam-se então os músculos como já se ensaiam as ideias.»
sábado, 17 de janeiro de 2009
SÓCRATES E A LIBERDADE, por António Barreto In "Público"
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Línguas de Perguntador (In "Voz do Minho" de 14/01/2009)
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
"Balada da Neve" enviado por Bruno Micael
( elementos do CLP hoje)