É sempre triste ver como o nosso Mundo é na realidade. Por vezes, é necessário acordarmos com este tipo de coisas, para começarmos a deixar de dar valor a futilidades, e preocuparmo-nos em resolver questões complexas e difíceis com que o nosso próximo se depara. Querendo viver de aparências, ou então vivendo somente na nossa esfera, esquecemo-nos muitas vezes dos problemas que, as outras pessoas encaram sozinhas no seu silêncio,e que na realidade também são nossos. E, prova disso é este vídeo e esta imagem que me deixaram perplexa. Espero que sejam vistos por muitas mais pessoas e que causem o mesmo impacto que a mim provocaram. Muito bem conseguido o vídeo principalmente.E, só poderia estar publicado num blog de grande qualidade como este...
Mentiria se dissesse que o vídeo não me tocou. São preocupantes os problemas por ele abordados. Ao olhar as fotos percebi o quão afortunada sou no mundo em que vivo: sim, existem pessoas sós na velhice; sim, existe violência; sim, existe fome; sim, existem doenças. Sou uma felizarda, tenho pessoas a meu lado para me darem a mão: tenho amigos. Quem os tem não se sente só. Como será o sofrimento daquelas pessoas? Enorme, imagino. Dói saber que existe quem sofra tanto. Os seus rostos de tristeza são o espelho da sua alma: por vezes a dor do espírito supera a do corpo.
Nós que dizemos que vivemos num mundo civilizado só podemos estar cegos. Não cegos de corpo, mas de alma. Milhões de pessoas sofrem no mundo por causa do abandono, da violência, da fome, do desprezo, por causa da sociedade que nos rodeia. mas nós nunca vemos isso, tentamos esquecer esses "pequenos pormenores" que no final das contas pesam mais do que esperamos. doí saber que há gente no mundo que tendo tudo não dispensa um pouco do tem para quem pouco tem, não precisa de ser dinheiro, uma palavra e um gesto são capazes de curar as dores da alma e as do corpo, basta darmos um pouco do nosso tempo, da nossa alegria para ver um sorriso de uma criança que sofre, de um idoso que está sozinho, de uma mulhar que sofre de violência domética, de alguém que não s sente bem com o corpo que tem...Afinal de contas não custa nada e embora pensemos que não, quem mais ganha somos nós, pensamos que dámos mas acabámos por receber a dobrar.
Clube da Língua Portuguesa da Escola Secundária/3 de Barcelinhos
O Clube da Língua Portuguesa pretende chamar a atenção para a importância do domínio e conhecimento da língua materna, favorecer a criação de hábitos de leitura e de discussão de ideias, bem como estimular o gosto pela leitura e pela escrita, tentando igualmente motivar para o conhecimento da gramática explícita do português. Enfim, tentar contribuir para a melhoria do domínio da língua portuguesa dos alunos. Por isso, este blogue é deles.
·A Cidade e as Serras de Eça de Queirós · Antologia Poética de Miguel Torga · Anáfora de Ana Salomé · Artur e a Palavra Mágica de Paula Tito · As Mãos e os Frutos de Eugénio de Andrade · Até amanhã, camaradas de Manuel Tiago · Aventuras de João sem Medo de José Gomes Ferreira · Diários de Miguel Torga · Equador de Miguel Sousa Tavares · Estórias Abensonhadas de Mia Couto · História do Cerco de Lisboa de José Saramago · Livro do Português Errante de Manuel Alegre · Livros de Crónicas de Lobo Antunes · Materna Doçura de Possidónio Cachapa · Maçãs de Adão de António Pedro · Memorial do Convento de José Saramago · Mátria de Natália Correia · Nenhum Olhar de José Luís Peixoto · O Canto e as Armas de Manuel Alegre · O Ensaio sobre a cegueira de José Saramago · O Mar por Cima de Possidónio Cachapa · O Nome da Rosa de Umberto Eco · O Vendedor de Passados de José Eduardo Agualusa · O vento assobiando nas gruas de Lídia Jorge · Obra Poética de David Mourão-Ferreira · Os Maias de Eça de Queirós · Pedro, Lembrando Inês de Nuno Júdice · Pensatempos de Mia Couto · Pode um desejo imenso de Frederico Lourenço · Poesia de Sophia de Mello Andresen · Poesia Toda de Herberto Hélder · Rosinha, Minha Canoa de José Mauro de Vasconcelos · Segura-te ao meu peito em chamas de P. Cachapa · Terra Sonâmbula de Mia Couto · Uma casa na Escuridão de José Luís Peixoto
"Os Portugueses confiam, acima de tudo, nos professores. E querem dar-lhes mais poder. A revelação surge numa sondagem feita pelo Instituto Gallup para o Fórum Económico Mundial - que aponta «os políticos» como os seres menos confiáveis. É natural. O ar do tempo está saturado de corrupção - da ilegítima, tradicional, e da legítima, pós-moderna. (...) Pelo menos, os portugueses sabem que é na qualidade da Educação que se encontra a chave do desenvolvimento do país. E que não há computador que compense a falta de um bom professor" (Inês Pedrosa, in Expresso)
"O Ensino deve permitir que brilhe, com o máximo de intensidade, a luz que cada ser humano transporta dentro de si".
3 comentários:
É sempre triste ver como o nosso Mundo é na realidade. Por vezes, é necessário acordarmos com este tipo de coisas, para começarmos a deixar de dar valor a futilidades, e preocuparmo-nos em resolver questões complexas e difíceis com que o nosso próximo se depara. Querendo viver de aparências, ou então vivendo somente na nossa esfera, esquecemo-nos muitas vezes dos problemas que, as outras pessoas encaram sozinhas no seu silêncio,e que na realidade também são nossos. E, prova disso é este vídeo e esta imagem que me deixaram perplexa.
Espero que sejam vistos por muitas mais pessoas e que causem o mesmo impacto que a mim provocaram.
Muito bem conseguido o vídeo principalmente.E, só poderia estar publicado num blog de grande qualidade como este...
Anabela
Mentiria se dissesse que o vídeo não me tocou. São preocupantes os problemas por ele abordados. Ao olhar as fotos percebi o quão afortunada sou no mundo em que vivo: sim, existem pessoas sós na velhice; sim, existe violência; sim, existe fome; sim, existem doenças. Sou uma felizarda, tenho pessoas a meu lado para me darem a mão: tenho amigos. Quem os tem não se sente só. Como será o sofrimento daquelas pessoas? Enorme, imagino. Dói saber que existe quem sofra tanto. Os seus rostos de tristeza são o espelho da sua alma: por vezes a dor do espírito supera a do corpo.
Ana Isabel 11ºF
Nós que dizemos que vivemos num mundo civilizado só podemos estar cegos. Não cegos de corpo, mas de alma. Milhões de pessoas sofrem no mundo por causa do abandono, da violência, da fome, do desprezo, por causa da sociedade que nos rodeia. mas nós nunca vemos isso, tentamos esquecer esses "pequenos pormenores" que no final das contas pesam mais do que esperamos. doí saber que há gente no mundo que tendo tudo não dispensa um pouco do tem para quem pouco tem, não precisa de ser dinheiro, uma palavra e um gesto são capazes de curar as dores da alma e as do corpo, basta darmos um pouco do nosso tempo, da nossa alegria para ver um sorriso de uma criança que sofre, de um idoso que está sozinho, de uma mulhar que sofre de violência domética, de alguém que não s sente bem com o corpo que tem...Afinal de contas não custa nada e embora pensemos que não, quem mais ganha somos nós, pensamos que dámos mas acabámos por receber a dobrar.
Catarina Faria
Enviar um comentário